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Os videos de esportes radicais sempre movimentaram
a galera que curte ação 24 horas
por dia. Porém muitas vezes fica aquela
dúvida "Será que esse vídeo
é bom? só porque "tal marca"
patrocina, ou porque tem "aquele" atleta
super consagrado? VALE A PENA???? Então
confira aqui os reviews e críticas dos
videos mais radicais do mercado, feitos por esportistas
como você!
Em breve, mais videos!
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SKATE |
Dog
Town and the Z-Boys
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| Documentário
/ EUA / 91 min. |
Direção:
Stacy Peralta / Produção:
Vans Off The Wall e Sony Classics
Trilha sonora: Jimi Hendrix, Ted
Nugent, Alice Cooper, T.Rex, Joe
Walsh, ZZ Top, Rod Stewart |
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Um
dos melhores documentários
de skate e surf, senão
o melhor já
produzido no mundo
dos x-sports. O filme
conta a história
de um grupo de amigos
que, nos anos 70,
revolucionaram a forma
como o skate era visto
no mundo. De brinquedo
de criança
a esporte sério,
com competições
e ídolos nacionais.
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DogTown era o apelido
de um gueto na região
de Los Angeles, um
bairro períferico
ao milionários
Bervely Hills, nos
anos 70. Lá,
os amigos Jay Adams,
Stacy Peralta (o diretor
do filme) Tony Alva,
Jeff Ho e outros tinham
apenas uma ambição
na vida: o surf. Eles
literalmente dominavam
as praias de Santa
Monica, demarcando
territórios
dentro dágua
e fora também,
com grafites pelas
paredes e muita atitude
para afastar os "haoles".
O skate entra nessa
história meio
por acaso. Inventado
no final dos anos
60, e logo banido
da sociedade por representar
um "perigo"
aos pedestres, ele
foi redescoberto por
essa galera nos anos
70, (com o aperfeiçoamento
dos equipamentos,
entre eles a tábua
e a rodinha, dando
mais estabilidade
ao skate) que resolveu
praticar o que seria
chamado de "surf
de asfalto",
dropando as ladeiras
californianas imitando
os movimentos do surf.
Enquanto isso, o skate
também se desenvolvia
fora de Dogtown, com
competições
totalmente avessas
ao que o esporte representa
hoje em dia. Os Z-boys
(conhecidos assim
por formarem um time
de skate e surf, chamado
Zephyr Team) mostraram
àqueles que
"achavam que
andavam de skate"
o que realmente era
estilo e atitude,
revolucionando o esporte
desde a primeira vez
que apareceram nos
campeonatos dos "riquinhos".
A partir daí,
o Z-team dominou a
cena do esporte nos
EUA, sendo inclusive
os responsáveis
pelo wall riding e
pool riding. Sim,
foram eles que inventaram
essa história
de entrar nas piscinas
vazias das casas e
passar horas dropando
as paredes, até
que os donos ou a
polícia aparececem
e os expulsassem.
Pelo menos é
isso que diz Stavy
Peralta e os Z-Boys
remansecentes, que
dão depoimentos
ao longo do filme.
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Dog
Town and the Z-Boys
é um filme
primoroso, com muitas
imagens de arquivo
que deixam o espectador
com vontade de ter
vivido naquela época.
O filme ganhou os
prêmios de "Melhor
Diretor" e "Melhor
filme, Segundo a Audiência"
no Festival Sundance
de Cinema, em 2003,
além do prêmio
de "Melhor Documentário"
no Independent Spirit
Awards. O diretor
Stacy Peralta foi
um dos mais bem sucedidos
skatistas dessa geração,
e em breve lançará
um filme sobre a história
do lendário
pico de Mavericks..
é esperar pra
ver.
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SURF |
BILLABONG
ODYSSEY
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| Documentário
/ EUA / 87 min. |
| Direção:
Phillip Boston / Produção:
Billabong / Estudios Mega / Arenaplex
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Provavelmente
o filme de surf mais
ambicioso de todos
os tempos. A produção
consumui dois anos
de trabalho, em busca
das maiores ondas
do planeta. Entre
elas, Mavericks e
Cortes Banks, na Califórnia;
Jaws, no Hawaii; Todos
os Santos, no México;
e Teahupo'o, no Tahiti,
para muitos, considerado
o melhor momento do
filme. Surfistas como
Brad Gerlach e Mike
Parsons ( a estrela
do filme, patrocinado
pela Billabong), Flea
Virostko, Skindog,
Ken Bradshaw e a campeã
mundial Layne Beachley
mostram sua força
nas "morras"
surfadas no filme.
Aparições
rápidas de
Eraldo Gueiros, Carlos
Burle e Rodrigo Resende
provam que, apesar
da superioridade deflagrada
dos big riders brasileiros
mundo afora, eles
ainda não tem
o respeito que merecem
das grandes multinacionais
de surf. O ápice
negativo desta situação
configura-se no final
do filme, quando eles
mostram o Tow In World
Cup de 2001 em Jaws,
no Hawaii, vencido
com brilhantismo por
Rodrigo Resende e
sua dupla. Mas, no
filme, eles mostram
com aquele "orgulho
americano" Mike
Parsons dropando uma
montanha de água
e vencendo Burle/Eraldo
na final, e incrivelmente
não mostram
a onda vencedora de
Rodrigo! Para o leigo,
a impressão
claríssima
que passa é
a de que Parsons vence
os brasileiros na
final do mundial.
Pontos
negativos:
- O
filme é cansativo
em alguns momentos,
onde eles mostram a
preparação
dos big riders para
enfrentar as piores
situações
dentro dágua.
Eles acabam se estendendo
demais nesses pontos,
um pouco desnecessário.
-
A trip para a Europa
não dá
certo, e eles ficam
a ver navios em Mundaka,
esparando as ondas gigantes
que não aparecem.
- Mesmo
assim o objetivo do
filme é cumprido
a risca: Mostrar, com
muita intensidade e
ângulos de câmera
inéditos as maiores
ondas do mundo. Só
pela cena de abertura
já vale.
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SURF |
3
DEGREES
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| Ação
/ EUA / 85 min. |
| Direção:
Matty Gye / Com: Joel Parkinson,
Mick Fanning e Dean Morrison |
 
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- O
que acontece quando
um filme consegue reunir
3 dos melhores surfistas
australianos da atualidade,
surfando no quintal
de casa e com uma trilha
sonora bem eclética
com rap, punk rock e
surf music relax de
primeira? Esses são
os ingredientes que
fazem de 3 Degrees um
vídeo pra se ver e rever
até não agüentar mais,
e olha que isso é bem
difícil.
- O
vídeo tenta traçar um
histórico de vida de
Mick Fannig, Dean Morisson
e Joel Parkinson, três
amigos de infância que
conseguiram ingressar
no seleto grupo de melhores
surfistas do mundo.
Com uma narrativa totalmente
diferente dos filmes
de surf, o filme se
divide em duas narrativas
paralelas num modelo
típico de documentário:
uma contando a história
de vidas dos três e
suas evoluções durante
os seus anos de vida
até a entrada deles
no WCT, a outra acompanhando
o resultado e as performances
deles no decorrer do
tour e entre uma é outra
cena ainda tem trechos
de cada um dos três
mostrando suas manobras
mirabolantes e suas
armas para conseguir
o posto de melhor do
mundo.
- Com
uma edição bastante
versátil que consegue
mesclar imagens de dentro
e fora d'água com extrema
precisão, o vídeo prova
que com a batida certa
e surfistas de primeira
linha em picos de sonho
australianos o sucesso
é garantido. Porém os
diretores não apostaram
só nisso para que seu
filme recebesse o titulo
de "melhor filme do
ano" e o de "melhor
performace masculina"
para Joel Parkinson,
o diferencial desse
filme está no caráter
documental que o filme
conta a história dos
três, com relatos de
pessoas ligadas a eles
que acompanharam sua
evolução e a deles próprios
que falam o que pensam
sobre a vida que levam
e seus sonhos e frustrações.
Um filme que foge dos
padrões dos filmes de
surf atuais e consegue
alcançar êxito nessa
sua proposta inovadora.
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SURF |
FANNING
THE FIRE
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| Ação
/ EUA / 38 min. |
| Produção:
Rip Curl / Com: Andy Irons, Kelly
Slater, Taj Burrow, CJ Hobgood,
Joel Parkinson, Damon Harvey,
Dean Morrison, Taylor Knox, Occy,
Chris Davidson, Nathan Hedge,
Pancho Sullivan, Cory López, Sean
Fanning, Ed Fanning, Gabe Kling.
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- Um
filme autobiográfico
de um dos melhores surfistas
australianos do século
XXI, Fanning é dono
de um surfe impar, seu
estilo único de surfe
une rapidez, habilidade
e um repertório moderno
de manobras que fazem
dele uma das maiores
influências para quem
curte um surf rápido
e moderno.
- Com
as performances em grande
maioria na costa australiana,
embalados com os sons
que fazem a cabeça da
galera australiana como
Grinspoon e Millencolin.
O filme nada mais é
que um portifolio de
imagens desse excelente
surfista, que no ano
que invadiu o tour de
acesso (WQS) não deixou
que ninguém tivesse
vez e levou logo de
cara o de revelação
do ano e o de campeão
do WQS. Para muitos,
Fanning the fire seria
a arma da Rip Curl para
combater o "MonTaj"
da Billabong, o filme
sobre seu patrocinado
e também australiano
Taj Burrow, uma briga
saudável onde quem ganha
são os surfistas que
ficam abismados com
o talento dos australianos,
para entender o porque
basta assisti-los
- Para
quem curte o surf desse
jovem australiano, Fanning
The fire é um verdadeiro
prato cheio.
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SKATE |
THE
DC VIDEO
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| Ação
/ EUA / 50 min. |
Direção:
Greg Hunt / Produção:
DC Shoes
Trilha Sonora: Iron Maiden, Tortoise,
Ted Nugent, Gangstarr, Tommy Guerrero,
Sixtoo, Suicidal Tendencies |
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Estrelando
Danny Way, Colin McKay,
Rob Dyrdek, Josh Kalis,
Anthony Van Engelen,
entre outros, "The
DC Video" é
uma obra prima dos
videos de skate. Sequencias
de quedas espetaculares,
skatistas técnicos
executando manobras
impensáveis,
muito street, muito
vert, mega ramp, skates
se espatifando na
lente da câmera,
trilha sonora contagiante,
fugindo do já
manjado punk rock
californiano. Este
é o DC Video.
- O
filme pode ser reduzindo
a uma palavra: Excelente.
É um video de
skate como outro qualquer,
mostrando várias
imagens de skatistas
profissionais detonando
nas ruas nos EUA, Canadá,
Europa e Australia,
fugindo da polícia,
em rampas, etc. A diferença
está na forma
que foi filmado, com
muito 35mm, imagens
em camera lenta, camera
invertida, e trilha
sonora suave, mixando
hip hop, metal, rok'n'roll
e punk rock. Dá
pra ver que a DC investiu
tempo - e grana - nesse
filme.
- A
parte mais engraçada
do filme é quando
Rob Dyrdek "contrata"
um segurança
- um verdadeiro gorila
chamado "Big Black"
para protegê-lo
dos seguranças
e policiais que insistem
em não deixá-lo
em paz. Big Black negocia
com seguranças,
tira a molecada BMX
local do pico, e aparece
em uma cena dando um
belo tranco em um segurança,
cenas típicas
de "Jackass".
- Mas
o ponto alto do filme
é justamente
a última parte.
Danny Way dropa uma
rampa gigante, construida
especialmente para ele,
chamada de DC Mega Ramp,
para que ele bata o
recorde mundial de altura
e distância no
ar, em um skate. A rampa
consiste em um quarter
pipe de 9 metros de
altura, acessado via
uma reta de descida
de 20 metros de altura...
Se ele consegue? Compre
o video e tire suas
conclusões...
Danny Way também
mostra sua habilidade
em um half pipe comum.
Impressionante.
- Vale
a pena procurar pela
versão "Deluxe
Edition" que vem
com um livro, contando
os bastidores do filme.
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SURF |
MOMENTUM
- UNDER THE INFLUENCE
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| Ação
/ EUA / 50 min. |
Direção:
Taylor Steele / Produção:
Poor Specimen
Trilha sonora: Refused, CKY, International
Noise Conspiracy, Pressure 4-5,
No Knife, AFI |
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Momentum,
Mais um trabalho de
Taylor Steele. Taylor
quem? Bom, se você
nunca ouviu falar
desse nome, é
melhor começar
a se informar. Taylor
Steele é o
diretor de filmes
de surf mais influente
dos anos 90. Foi basicamente
ele que começou
com a idéia
de mixar imagens de
surf radicais com
punk rock, lançando
inúmeras novas
bandas no mercado
e criando uma linguagem
de sucesso a ser seguida
por todos os novos
diretores de surf
movies. Taylor também
modificou a imagem
do surf-épico,
trocando às
clássicas imagens
do maravilhoso Endless
Summer por ação,
batidas fortes, aéreos,
tubos, pranchas quebradas,
etc.
- Neste
filme, Taylor Steele
apresenta a nova geração:
os melhores surfistas
abaixo dos 23 anos de
idade que estão
arrepiando o campeonato
mundial (WCT) e o WQS.
Entre eles, feras como
CJ Hobgood, Dan Malloy,
Mick Fanning, Taj Burrow,
Joel Parkinson, Andy
Irons, etc. Os surfistas
mostram do que são
capazes nas ondas da
California, Austrália,
Hawaii e Indonésia.
Muitos tubos, aéreos
inacreditáveis
cutbacks curtos, floaters,
enfim, tudo que a garotada
gosta de ver, embalado
pelo punk rock que não
pode faltar. Ah, uma
inovação
no DVD: Você pode
escolher entre três
diferentes trilhas sonoras:
Punk rock, Techno-DJ
e a original, que tem
um pouco de tudo. O
filme é um catálogo
de manobras radicais
e não pode faltar
na sua videoteca. É
assistir 10 vezes e
partir pro mar.
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SNOW |
THE
NIXON JIBFEST3
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| Ação-Documentário
/ EUA / 25 min. |
Direção:
Taylor Steele / Produção:
Mack Dawg Productions, Nixon
Trilha sonora: |
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O
Nixon Jibfest é
um evento de 3 dias
patrocinado pela marca
de relógios
Nixon, e organizado
pelos snowboarders
profissionais JP Walker,
Jeremy Jones e Dave
Downing, onde são
convidados snowboarders
da atualidade para
mostrar suas habilidades
em um terrain park
montado exclusivamente
para o evento e demolido
logo em seguida. O
evento-campeonato
entre amigos rola
secretamente, todo
ano, e fotos e videos
são divulgados
posteriormente. Não
há espectadores,
torcida ou vecedores.
O objetivo é
se divertir. Bom né?
Para isso são
convidados astros
do freestyle snow
como Matt LeBlanc,
Kevin Jones, Todd
Richards, Eddie Wall,
entre outros.
- O
video funciona como
um documentário,
mostrando desde a lista
de convidados sendo
organizada à
montagem dos rails e
boxes, até finalmente
os pros dropando e mostrando
seu valor. Há
muitas imagens de câmeras
digitais semi-profissionais,
o que dá o tom
de "documentário
caseiro visto do ponto
de vista dos snowboarders",
bem legal. É
uma chance de ver profissionais
do snow freestyle detonando
sem nenhuma preocupação
de vencer ou perder..
O contra fica por conta
do tamanho do vídeo,
muito curto, deixa todo
mundo com água
na boca. O DVD vem com
um CD junto, da trilha
sonora, baseada em hip
hop . Pra quem gosta
de ação
freestyle, é
uma boa pedida.
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Em
breve, mais videos!
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